Página inicial

Voltar

PRAZER

 

     É próprio do ser humano buscar o prazer, seja ele físico, psíquico ou espiritual. Nenhum é superior ao outro, e a escolha é pessoal.

 

     Quem não perdeu o prazer do lúdico pode fazer coisas sérias com a leveza de quem se distrai com os seus brinquedos.

 

O prazer de viver não tem finalidade, não tem explicação, não tem obrigação, nem utilidade. É algo que é, enquanto é, e, por isso, não tem continuidade nem repetição.

 

Somos vocacionados para o prazer e não para o sofrimento. A dor é um acidente e não a essência da vida como pensava Schopenhauer. Até mesmo o sofrimento pode ser um prazer para quem é masoquista.