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ESTADO

 

Quando o Estado substitui a religião comete os mesmos crimes contra as pessoas sob o pretexto do bem-estar social.

 

A instituição do Estado reforçou a idéia do nacionalismo e, conseqüentemente, da manutenção das chamadas forças armadas para a defesa do país. Daí, por certo, se originou a indústria do armamentismo, estimulando a prepotência dos países militarmente mais poderosos.

 

 

Os que fazem do Estado o sucedâneo de Deus são tão fanáticos e crédulos como os religiosos radicais.

 

O Estado, sob certos aspectos, é o sucedâneo do poder divino. E exige-se dele que seja onisciente, onipresente, onipotente, providência e previdência, justiça e segurança, liberdade e obediência, prêmio e castigo.

 

O Estado é um mal necessário. Talvez seja utópico dizer: por enquanto... No mínimo, é uma ficção duradoura.